Mais : http://www.youtube.com/watch?v=Z9N1FX0Bmn4



Escrito por Larissa Marçal às 15h59
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Colunistas

 Carolina Neves, Jacqueline Pontes, Emanuela Freitas, Felipe Diogo, Daiany Andrade, Larissa Marçal e Rafael Peccioli compõem o time de colunistas do Grupo Ato Comunicações.  Todos são alunos de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP)



Escrito por Larissa Marçal às 22h14
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                                       Energia ecologicamente correta

 

O novo sistema de uso da energia solar tem colaborado na preservação dos recursos da natureza. Utiliza-se energia solar, além de materiais que seriam descartados no meio ambiente.  

 

O sistema de aquecimento de água melhora a vida das pessoas em vários sentidos, pelo baixo custo, materiais recicláveis e energia solar. Para desenvolvê-lo é necessário utilizar garrafas ‘pet’ de refrigerantes, embalagens ‘longa vida’, tubos de pvc e tinta preta.

 

O funcionamento é simples, depois de montado o sistema, o tanque reservatório de água fica acima do captador de luz, deslocando a água para o sistema de aquecimento pela força da gravidade. Quando a água chega ao aquecedor, aquecida pela energia limpa (solar), muda a densidade da água devido ao calor.

 

O sistema de aquecimento ecológico dura aproximadamente 200 a 400 anos, o tempo que leva para os materiais utilizados. Pela manhã, a água aquecida pode equivaler a 58 graus centígrados, durante a noite ou pela ausência de luz solar a perda de temperatura atinge 1 grau centígrado por hora. Até mesmo a noite o aquecimento de água está garantido.

 

É uma ótima forma de contribuir para que ações como essas sejam cada vez mais difundidas e, quem sabe, possamos reverter o quadro de degradação em que se encontra o meio ambiente. A inclusão desse sistema pode reduzir os gastos com energia usada por locais de baixa renda. Só que esse sistema não pode ser comercializado.

 

Saiba mais:

http://www.casaautonoma.com.br/pages/SOLUCOES.htm

http://freearticlesonline.pt.zjgglive.com/solar-power-systems/using-solar-power.html

http://tecnocracia.com.br/arquivos/agua-quente-para-todos

 

 

 



Escrito por Jacqueline Pontes às 20h16
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Como meu último post do projeto universitário intitulado: ProAr. Vou abordar um item que, para mim, é de extrema relevância.

 

Quanto tempo você dedicou hoje à natureza ?

 

É absolutamente normal ouvir cotidianamente: “estou sem tempo”. Já se tornou tão comum utilizar essa frase que não há uma análise. Está é uma sociedade caracterizada pelo consumo (abordagem do dia 15.11) e por seu imediatismo. Hoje o principal objetivo do mercado de trabalho é a busca de profissionais ágeis, eficientes, e, qualificados.

A preocupação de realizar as tarefas com rapidez e concluí-las todas ao mesmo tempo contribui para que a alimentação seja através de fast-foods, um dos principais agentes da manifestação de doenças cardíacas e a obesidade, a última, é intitulada a doença do século 21.

A escassez de tempo afeta não só a população, mas também o meio ambiente. Produtos são projetados para facilitar as tarefas do dia-a-dia e suprir as necessidades em questão de minutos, porém os eletrodomésticos e artigos eletrônicos são descartados com a mesma rapidez.

                  

                            Rio Citarum, localizado próximo a Jacarta, capital da Indonésia

Todo o desmazelo com o lixo produzido acarreta rios como o acima. Além do não abastecimento regular da população extingue toda a fauna e flora presente no local. Esse é apenas mais um dos milhares ao redor do mundo.

Você não pode gastar 5 minutos separando seu lixo, veja quanto tempo a natureza leva para biodegradá-lo.:

Matéria

Tempo de biodegradação

Papel

3 a 6 meses

Alumínio

Mais de 100 anos

Nylon

Mais de 30 anos

Plástico

Mais de 100 anos

Vidro

1 Milhão de anos

Borracha

TEMPO INDTERMINADO

Filtro de cigarro

5 anos

Chiclete

5 anos

Madeira pintada

13 anos

Antes de jogar lixo na rua, ou consumir tudo rapidamente, repare na quantidade de lixo que você está produzindo, ao menos imagine, a possibilidade dele ir parar em um dos rios da cidade, ser a causa da enchente no seu bairro. O quadro pode se reverter começa com a sua e a minha atitude perante o meio ambiente.

 

Fonte:

forum.outerspace.com.br/

http://www.greenpeace.org/

 



Escrito por Larissa Marçal às 09h28
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Vídeo Greenpeace

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=-xhaLynrkMk



Escrito por Larissa Marçal às 09h25
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RAIO X DO TERCEIRO SETOR – final

 

O lado B das ONgs

Decisão do Senado reacende debate sobre entidades filantrópicas

 

Essa semana o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), surpreendeu ao decidir devolver para o governo Lula a medida provisória que renova automaticamente os certificados de entidades filantrópicas. Foi a segunda vez na história que o Poder Legislativo tomou essa atitude. A primeira foi em 1989 quando o ex-senador José Inácio resolveu rejeitar uma MP.

 

Garibaldi declarou que a MP não atende aos critérios de urgência e relevância, necessárias para edição de medidas provisórias, por isso decidiu devolvê-la.

 

O fato trouxe à tona a discussão sobre a situação das entidades filantrópicas, instituições que atuam em beneficio de terceiros sem qualquer contrapartida, ou seja, sem fins lucrativos, como fundações e associações.

 

“MP da pilantropia”

Em oposição a medida muito senadores apelidaram-a como a "MP da 'pilantropia'", termo utilizado para definir as ONGs suspeitas de desviar recursos, e cometer entre outros atos ilícitos. Segundo divulgou o jornal Folha de S. Paulo, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), definiu a medida como “imoral, aética e indecorosa”, por beneficar também as entidades filantrópicas suspeitas de corrupção. Já a Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, defende que a MP não anistia as instituições em situação irregular.  

 

Para a senadora Lucia Vânia, o governo provavelmente optou pela publicação da MP por não ter estrutura para julgar rapidamente a quantidade de processos administrativos que possui. Segundo matéria do Jornal Valor Econômico, 1.274 entidades perderiam seu título de filantrópicas, caso não tivessem seus processos julgados até o fim do ano.  



Escrito por Daiany Andrade às 11h15
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O que você pode fazer pela reciclagem, e o que você não precisa se incomodar

 

         Fato: toda novidade importante provoca algum reboliço, e com ele uma série de dados, verdadeiros e especulativos. Por algum tempo as pessoas ficam desnor-teadas, sem saber o que é real e o que é ficção. Você sabe dizer se um microondas pode matar alguém com marca-passo? E comida embalada com papel alumínio pode fazê-lo explodir? E, afinal, como ondas podem esquentar algo? Se você não sabe, imaginem as pessoas na época em que o eletrodoméstico foi lançado.

         A palavra de lei hoje em dia é “ecológico”, e uma das primeiras formas de ser ecológico que as pessoas pensam é reciclar. Não custa nada, não demanda es-forço e, já que elas se livrariam do lixo mesmo, ao menos o fariam com a consciência limpa. Mas a reciclagem é ainda uma tecnologia nova, e repleta de mitos. Saber o que é fato e o que é história pode não encorajá-lo a começar a reciclar (se você ainda não começou), mas ao menos o ajudará a não perder tempo em esforços inúteis se já recicla, e concentrar-se no que realmente importa.

 

É muita gentileza sua, mas não precisava...

 

         Fato ou ficção: amassar latinhas de alumínio economiza energia na hora da reciclagem, barateando o processo? A resposta é: ficção. Não adianta amassá-la com toda boa vontade do mundo, latinhas amassadas e inteiras passarão pelas mesmas prensas de toneladas de pressão, e ficarão menores que uma moeda independente de como entraram. A energia gasta para esmagar meia latinha ou mil é a mesma. E também não perca tempo desmontando embalagens longa-vida: isso não as fará pular etapa alguma do processo. A menos, é claro, que seja mais fácil para você levar as embalagens desmontadas. Aí sim.

         Fato ou ficção: separar o lixo em papel, plástico, vidro e metal ajuda. Res-posta: ficção. Independente do lixo estar separado ou não, tudo irá para uma mesma esteira dentro das cooperativas, que separarão elas mesmas. Separar o lixo em recicláveis e não-recicláveis já é o bastante. A exceção são lugares onde os materiais são vendidos por lote. Aí, um morador de rua que pegar cem quilos de papelão de uma fábrica espera levar cem quilos de papelão, e não oitenta, mais dez de plástico, oito de metal e dois de vidro perdidos entre o papel. Além disso, não é porque as maiores cooperativas fazem eles mesmos a triagem do lixo, que todas são assim. A priori, isso quer dizer que você não está liberado para jogar sua garra-fa PET de coca-cola em um cesto destinado a papel.

         Quando vir aqueles quatro lixos separados por cores (às vezes há um quinto, para óleo de cozinha) e estiver em dúvida onde jogar, pense: é feito de petróleo? Se for, vai para plástico. Se não for... bom, qualquer um sabe diferenciar papel de vidro. E no caso de papel-alumínio (oh, dúvida cruel!) jogue no cesto de metais. Aí, a lógica é assim: papel-alumínio não vem de árvores como papel comum.



Escrito por Rafael Peccioli às 14h45
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Óleo

 

         Uma última questão: um litro de óleo de cozinha pode mesmo poluir um milhão de litros de água (mil metros cúbicos)? Resposta: depende. Depende? É, depende. Veja: o óleo não dilui bem na água, mesmo o vegetal. E uma gota (1g) não iria infectar mil litros de água. “Ah, então tudo bem jogar óleo nos oceanos?”

Se estivesse tudo bem, os membros do Greenpeace não se descabelariam de ódio cada vez que ouvissem sobre um derramamento de petróleo no mar. Ele ainda assim pode contaminar a água, pois ninguém garante que você estará jogando óleo puro fora. Junto vão outras químicas, essas sim solúveis e prejudiciais. Além disso, o resíduo se acumula na superfície da água, e sua decomposição gera metano, um gás que contribui vinte vezes mais para o efeito estufa que o gás carbono. Assim, um litro de óleo de cozinha decomposto equivale a vinte litros de gasolina queimada. Se a sua intenção é poupar o meio ambiente, reciclar o óleo ainda é mais sábio, se não para lucrar trinta e cinco centavinhos o litro (que iria para o lixo de qualquer maneira, sem você ser reembolsado por isso) ao menos para ficar com a consciência (e a praia que você freqüenta no fim do ano) limpa.

 

http://www.recicloteca.org.br/pub.asp?Ancora=4&SubAncora=04_1 – site contendo dados sobre diferentes tipos de reciclagem, de óleo de cozinha a computadores.

 

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/conteudo_250715 - site com dicas para reciclagem, além de um amplo acervo de informações para quem se interessa em saber mais como fazer sua parte pelo meio-ambiente.



Escrito por Rafael Peccioli às 14h44
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                       Eis que nasce a preocupação ambiental

 

Com o abandono do sistema medieval e o crescimento populacional, o período de urbanização acelerou-se. O homem saiu do campo e começou a guiar a sua vida nas cidades que começaram a se desenvolver. No século XVIII, se tem a Revolução Industrial, é onde começam em nível global as preocupações sócio-ambientais. Calcula-se que mesmo com o passar de mais de 200 anos, os gases tóxicos lançados na atmosfera pela Revolução Industrial, ainda se encontrem lá.

 

Esse crescimento industrial degradou o meio ambiente e nada foi feito nesse período para impedir ou minimizar os estragos ocasionados. A natureza começou a ser comprometida diante do poder do capitalismo. O que interessava era o sucesso econômico, deixando de lado a integridade dos recursos naturais.

 

Com a insistência dos cientistas e ambientalistas em conscientizar a população e os grandes líderes mundiais, veio à tona a importância de preservar o meio ambiente. Pois, até certo tempo, os recursos naturais eram considerados infinitos. Constataram que a utilização em demasia de tais recursos é altamente prejudicial para o planeta.

 

Muitos países já utilizam medidas que ajudam na preservação da natureza, como a reciclagem, plantio de árvores, manutenção de áreas verdes. Essas nações já possuem resultados significativos. As ONGs (Organização não-governamental) lançam campanhas sistematicamente sobre a importância da sustentabilidade, assim como muitos governos.

 

A humanidade já deu um grande passo quando admitiu que a natureza precisa ser preservada. Os projetos desenvolvidos a partir desse pensamento estão tendo resultados positivos. A disseminação da informação é fundamental, pois muitos cidadãos que querem contribuir com a preservação não sabem como agir. Em suma, o principal passo é entender as conseqüências que os atos de degradação podem causar, para saber como agir, e assim tentar reverter esse quadro que está cada vez mais difícil.

 

Foto: Campus.fct.unl.pt



Escrito por Emanuela Freitas às 08h05
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Brasil investe em estratégias de conservação de unidades ambientais

Foto: Agência Brasil 

A idéia de preservação de unidades de conservação ambiental federal no Brasil parece começar tornar-se real. No último dia 12, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) anunciou o contrato de planos de manejo para mais 49 unidades de conservação ambiental do país.

 

O plano de manejo é um documento técnico que determina as normas de uso das áreas de conservação e a utilização dos recursos naturais. O objetivo é possibilitar um maior e melhor planejamento das unidades resultando em um progresso de conhecimento da fauna e flora do local e o aprimoramento das ações.

 

Segundo Carlos Minc, ministro do meio ambiente, o projeto é uma reação a atual situação na qual das 299 unidades de conservação do país, 173 não contavam com fiscais e 53 não seguiam os planos de manejo. Cenário propício a ações de degradação e até mesmo envolvimento de fiscais em práticas de suborno.

 

O projeto do Ministério do Meio ambiente é elaborar mais de 100 planos nos próximos três meses. A garantia do ministério é agir com seriedade nas fiscalizações na intenção de alcançar resultados significativos principalmente na redução do desmatamento.

 

A estratégia do plano de manejo é gradativa devido à necessidade de tempo para o levantamento de informações na área e o aprofundamento das ações. Mas também, é sobretudo participativo. A elaboração prevê o envolvimento da sociedade em Oficinas de Planejamento e a cooperação das populações vizinhas em ações de fiscalização e manutenção do meio ambiente contribuindo no trabalho de conscientização.

 

*Foto: Agência Brasil



Escrito por Carolina Neves às 18h14
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